segunda-feira, 24 de março de 2014

Batismo na imel de Mirandópolis em 23/03/14

Batismo do João na imel de Mirandópolis em 230314Batismo da Luiza Finoti na imel de Mirandópolis em 230314Batismo da Luiza na imel de Mirandópolis em 230314Culto com Batismo na imel de Mirandópolis em 230314Batismo da Alice Lima na imel de Mirandópolis em 230314Culto com Batismo na imel de Mirandópolis em 230314
Culto com Batismo na imel de Mirandópolis em 230314

Orando pela Binha que fará missões no Timor Leste

Recepção de Novos Membros na Imel de Mirandópolis em 230314



Luiza Finotti, Alice Lima e João Paulo foram batizado na imel de Mirandópolis em 23/03/14.

Batismos na Imel de Mirandópolis



Luiza Finotti, Alice Lima e João Paulo foram batizado na imel de Mirandópolis em 23/03/14.

Por que temos 4 Evangelhos?



Para alcançar os quatro cantos da terra (Ap 4.6; 7.1; 20.8); como o rio do Jardim do Éden que possuía quatro afluentes para regar a terra!

Para alcançar todas as pessoas, de todas as 1) tribos, 2) povos, 3) línguas e 4) nações (Ap 5.9), e também para ser semeado sobre os quatro tipos de solo (Mt 13) pois os quatro Evangelhos também foram escritos para distintos destinatários: Mateus escreveu para a comunidade judaica, Marcos para os romanos, Lucas para o gentio Teófilo (Lc 1:1-4) e João para que o mundo inteiro saiba que Jesus é o Unigênito de Deus que veio para possibilitar a salvação para todo mundo (Jo 3.16).

Para que a semente do Evangelho fosse plantada em toda a terra (Mt 13), caindo como água que traz a vida (Sl 72.6; Dt 32.2; Os 6.3 e Jo 7.38), queimando como fogo para desfazer as obras do diabo (Lc 12.49; 1 Jo 3.8; Hb 1.7; Is 6.6; 2 Sm 22.13; At 2.3), agindo como luz que espanta as trevas (Jo 1.9; 8.12; 9.5 e 11.19), espalhando-se pelo mundo como o ar que é capaz de penetrar nas cavernas mais profundas e escuras da terra (Ez 37.9; Jo 3.8 e At 2.2).

Para abranger as quatro estações do ano. O Evangelho de Cristo diz respeito a todos os tempos e fases da vida. "Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação" (2 Co 6:2).

Para vislumbrarmos a vida e obra de Cristo de todos os ângulos de um perfeito quadrado, a fim de termos uma visão mais completa, profunda e detalhada dos quatro ofícios de Cristo: Rei, Profeta, Sacerdote e Deus.

Para fundamentar o Tabernáculo de Deus com os homens sobre as "quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro" (Ex 26:32), onde a madeira simboliza a sua humanidade e o ouro a sua divindade. Ali também se vê o véu, que possui a figura dos querubins que, em Ez 10.15, são denominados de seres viventes, o que nos remete aos quatro seres viventes do Apocalipse (4.6 cp. Ez 1.5-28), onde cada um deles representa uma das quatro características de Cristo que vemos destacadas em cada um dos quatro Evangelhos! O primeiro ser vivente é semelhante a um leão (Ap 4.7), representando Jesus como Rei (ou Messias) como também se vê ressaltado no Evangelho de Mateus. O segundo é semelhante a um bezerro, que representa a Jesus como servo humilde e sofredor, como também é retratado no Evangelho de Marcos. O terceiro possui um rosto semelhante a um homem, representando Jesus como o Filho do Homem, ênfase que encontramos em Lucas, que é também o terceiro Evangelho. Enquanto os três primeiros animais pertencem a terra, o quarto ser vivente é semelhante a uma águia, que voa no céu! A divindade de Cristo é aqui destacada do mesmo modo como o é no Quarto Evangelho!

Para confirmar a veracidade dos fatos através do relato de várias testemunhas (2 Co 13:1; Hb 2:3). Mateus, Marcos e João foram testemunhas oculares e Lucas foi um cuidadoso historiador que se valeu do testemunho verbal dos Apóstolos.

Para que a multiforme graça e sabedoria do Evangelho de Cristo pudesse chegar até você!

"Arrependei-vos e crede no Evangelho" (Mc 1.15).

Bispo José Ildo Swartele de Mello

quinta-feira, 20 de março de 2014

Por que temos 4 Evangelhos?

Para alcançar os quatro cantos da terra (Ap 4.6; 7.1; 20.8); como o rio do Jardim do Éden que possuía quatro afluentes para regar a terra!

Para alcançar todas as pessoas, de todas as 1) tribos, 2) povos, 3) línguas e 4) nações (Ap 5.9), e também para ser semeado sobre os quatro tipos de solo (Mt 13) pois os quatro Evangelhos também foram escritos para distintos destinatários: Mateus escreveu para a comunidade judaica, Marcos para os romanos, Lucas para o gentio Teófilo (Lc 1:1-4) e João para que o mundo inteiro saiba que Jesus é o Unigênito de Deus que veio para possibilitar a salvação para todo mundo (Jo 3.16).

Para que a semente do Evangelho fosse plantada em toda a terra (Mt 13), caindo como água que traz a vida (Sl 72.6; Dt 32.2; Os 6.3 e Jo 7.38), queimando como fogo para desfazer as obras do diabo (Lc 12.49; 1 Jo 3.8; Hb 1.7; Is 6.6; 2 Sm 22.13; At 2.3), agindo como luz que espanta as trevas (Jo 1.9; 8.12; 9.5 e 11.19), espalhando-se pelo mundo como o ar que é capaz de penetrar nas cavernas mais profundas e escuras da terra (Ez 37.9; Jo 3.8 e At 2.2).

Para abranger as quatro estações do ano. O Evangelho de Cristo diz respeito a todos os tempos e fases da vida. "Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação" (2 Co 6:2).

Para vislumbrarmos a vida e obra de Cristo de todos os ângulos de um perfeito quadrado, a fim de termos uma visão mais completa, profunda e detalhada dos quatro ofícios de Cristo: Rei, Profeta, Sacerdote e Deus.

Para fundamentar o Tabernáculo de Deus com os homens sobre as "quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro" (Ex 26:32), onde a madeira simboliza a sua humanidade e o ouro a sua divindade. Ali também se vê o véu, que possui a figura dos querubins que, em Ez 10.15, são denominados de seres viventes, o que nos remete aos quatro seres viventes do Apocalipse (4.6 cp. Ez 1.5-28), onde cada um deles representa uma das quatro características de Cristo que vemos destacadas em cada um dos quatro Evangelhos! O primeiro ser vivente é semelhante a um leão (Ap 4.7), representando Jesus como Rei (ou Messias) como também se vê ressaltado no Evangelho de Mateus. O segundo é semelhante a um bezerro, que representa a Jesus como servo humilde e sofredor, como também é retratado no Evangelho de Marcos. O terceiro possui um rosto semelhante a um homem, representando Jesus como o Filho do Homem, ênfase que encontramos em Lucas, que é também o terceiro Evangelho. Enquanto os três primeiros animais pertencem a terra, o quarto ser vivente é semelhante a uma águia, que voa no céu! A divindade de Cristo é aqui destacada do mesmo modo como o é no Quarto Evangelho!

Para confirmar a veracidade dos fatos através do relato de várias testemunhas (2 Co 13:1; Hb 2:3). Mateus, Marcos e João foram testemunhas oculares e Lucas foi um cuidadoso historiador que se valeu do testemunho verbal dos Apóstolos.

Para que a multiforme graça e sabedoria do Evangelho de Cristo pudesse chegar até você!

"Arrependei-vos e crede no Evangelho" (Mc 1.15).

Bispo José Ildo Swartele de Mello

quarta-feira, 19 de março de 2014

Programa Vejam Só debatendo sobre se a Segunda Vinda de Cristo é iminente



Programa Vejam Só da RIT TV, debatendo sobre se a Segunda Vinda de Cristo é iminente, com Rev. Jorge Corrêa dos Santos Filho, Capelão do Mackenzie e Bispo José Ildo Swartele de Mello da Igreja Metodista Livre. Terça-feira, 18 de Março de 2014.

terça-feira, 11 de março de 2014

Participarei do "Programa Vejam Só" hoje, 23 h na Rit TV

Participarei do "Programa Vejam Só" nesta terça-feira, que debaterá a questão: "A Grande Tribulação será mesmo de dois períodos de três anos e meio cada, ou isso é simbólico?" - na Rit TV - hoje, 23 h.

Bispo Ildo Mello

Igreja Metodista Livre: metodistalivre.org.br

segunda-feira, 10 de março de 2014

Grupo feminino da imel de Mirandópolis

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Louvor imel de Mirandópolis em 090314

Como é que o Reino de Deus se manifesta hoje em dia?








A natureza espiritual do Reino de Deus na era presente

A expectativa dos judeus era da vinda de um Messias que restaurasse o reino político da nação de Israel. Jesus não cumpriu tal expectativa. Pelo contrário, ele declarou a Pilatos: "meu reino não é deste mundo" (Jo 18:36), e também disse aos seus discípulos que: "Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou:Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós" (Lc 17:20). "O Reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Rm 14:17). O Reino de Deus foi o tema central de Jesus, até mesmo após sua ressurreição, o que se fez necessário para esclarecer sua natureza não aparente (At 1:3). Pois, se por um lado, "todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés. Ora, desde que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio. Agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele sujeitas" (Hb 2.8).

Jesus se apresentou como um rei humilde e manso (Lc 19 e Zc 9:9); Inaugurando um reino que não se estabelece por força, nem por violência, mas pelo Espírito de Deus (Zc 4:6). "Se, porém, eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós" (Lc 11:20). Jesus veio para desfazer as obras do diabo (1Jo 3.8). Ele amarrou Satanás para que este não mais continuasse a enganar as nações como vinha fazendo até então, de modo que as portas do inferno não poderão prevalecer contra a Igreja (Lc 10.18; Ap 20:2,3; Mt 12.29; Jd 1.6; 2Pe 2.4; Jo 12.31,32; Mt 16.18). A Igreja será bem sucedida em sua missão de fazer discípulos de todas as nações (Ap 5.9; 7.9; Mt 16.18). Na cruz, Jesus triunfou sobre os principados e potestades (Cl 2:15), tornando-se Cabeça de toda autoridade. Ele reina! (Cl 2:10). Seu trono está nos céus, onde está assentado a direita de Deus Pai "nos lugares celestiais, acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir, não só no presente século, mas também no vindouro. E pôs todas as coisas debaixo dos pés, e para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas (Ef 1:20-22), e "nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus" (Ef 2:6). Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do Seu amor (Cl 1:13) e nos constituiu reino (Ap 1:4), e nos deu as chaves do Reino (Mt 16.9) e autoridade para "para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo" (Lc 10.19). Em Cristo, já somos mais do que vencedores (Rm 8.37). Na era presente, "convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte" (1Co 15:25-26). A morte, o último inimigo, será destruída por ocasião da segunda vinda de Cristo, quando o reino se manifestará de forma aparente e plena na Nova Jerusalém celestial (Mt 25:1–13; Lc 12:35–48; 19:11–27 e Ap 21 e 22).

O reino é descrito em termos de parábolas que mostram um começo modesto como um grão de mostarda em processo de crescimento mas que tem que enfrentar a ação do inimigo e conviver com joio (Mt 13; Mc 4:26–29; 4:30–32; Lc 13:18–19, 20–21). Não é facilmente identificado, mas, os que o descobrem, encontram grande alegria (Mt 13:44, 45–46). Deus convida as pessoas para o Reino (1 Ts 2:12 e Mt 22). Devemos partilhar as boas novas do Reino (At 28:31). Nenhum imoral entrará no Reino (Ef 5:5). É necessário fé e arrependimento para entrar no Reino de Deus (Mt 3:1–2). Só os nascidos de novo entrarão no Reino (Jo 3:3). O Sermão do Monte descreve as qualidades dos cidadãos do Reino (Mt 5:1–19). A vida cristã deve refletir os valores do Reino (1 Ts 2:12). Devemos viver de modo digno deste Evangelho do Reino, cumprindo nossa missão de ser sal da terra e luz do mundo até que venha o grande Dia do Senhor.


Bispo Ildo Mello

sábado, 1 de março de 2014

Jesus descreve o Reino de Deus em termos surpreendentes para os judeus





Jesus descreve o Reino de Deus em termos surpreendentes para os judeus. 


Palestra que dei no retiro de Carnaval de 2014 da Imel de Jd. Pinhal