segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O que Deus mais quer de nós?

O Deus mais quer de nós? from Ildo Mello on Vimeo.

O que Deus requer de nós?
Será que estamos agradando a Deus?
Quem nunca se frustrou com um presente recebido?
O que Jesus pede de nós?

Quando Marta repreendeu a Maria, Jesus tomou partido de Maria, dizendo que esta escolhera a melhor parte. As duas eram crentes, as duas queriam agradar a Jesus, mas a atitude de uma agradou mais que a atitude da outra (Lc 10.38-42).

As últimas palavras de Jesus aos seus discípulos são reveladoras a respeito desta importante questão, pois ressaltam o que Jesus mais espera de nós. (Mt 28.19)

Fazer discípulos é a grande missão dada aos cristãos. Fazemos discípulos batizando e ensinando o que Jesus nos ordenou. O Espírito Santo nos foi concedido a fim de nos tornarmos testemunhas de Cristo (At 1.8).

Levar alguém a Cristo é a maior de todas as missões humanas, pois uma alma vale mais do que os tesouros do mundo inteiro (Mc 8.36).

O Apóstolo André sempre que é mencionado na Bíblia, está fazendo a mesma coisa. Nenhum milagre dele é mencionado, nenhum ato extraordinário, mas, o que se diz dele é que sempre estava levando alguém a Cristo! A começar pelo seu próprio irmão Pedro. Sabemos também que foi ele quem levou o moço a Jesus com cinco pães e dois peixinhos. Por fim, é mencionado levando alguns gregos a presença de Jesus! (Capítulos 1, 6 e 12 do Evangelho de João).

Evangelizar é a maior façanha cristã! Jesus veio buscar e salvar os perdidos (Lc 19.10). Ele tem mais alegria por uma ovelha perdida que é encontrada do que por noventa e nove que estão seguras no aprisco (Lc 15.3-7). Há uma grande festa no céu quando alguém é salvo da condenação eterna.

Jesus nos delegou a sua missão de pregar o Evangelho que liberta os cativos (Jo 20.21). Bem-aventurados os pés daqueles que proclamam o Evangelho (Rm 10.15)! Jesus nos designou para darmos frutos (Jo 15), pois ele quer ver o grande banquete repleto de convidados (Lc 14.23), ele quer sua casa cheia de filhos! "Multiplicai-vos"... "enchei a terra" (Gn 1.28 e 9.7)! "Fazei discípulos" (Mt 28.19)! A visão apocalíptica mostra uma multidão incontável de salvos procedentes de todas as nações (Ap 7.9).

Deus criou o homem a sua imagem e semelhança. O pecado separou o homem de Deus. A Imago Dei foi corrompida. Mas Deus jamais desistiu de seu propósito inicial. Deus continuou buscando o homem: "Filho meu dá-me o teu coração" (Pv 23.26). Deus amou a humanidade de tal maneira que deu o seu filho unigênito para redenção de todo o que nele crer (Jo 3.16). Jesus veio desfazer as obras do diabo (1 Jo 3.8). "Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo" (Rm 5.17). Pois Jesus veio restaurar o propósito original de Deus que é o de ter muitos filhos à sua imagem e semelhança para que Cristo venha a ser o primogênito dentre muitos irmãos (Rm 8.29).

Portanto, fomos convocados por Deus para testemunhar de Jesus e encher os céus de muitos filhos de Deus, restaurados a imagem e semelhança do criador.

Eis aí a nossa maior razão de ser e existir!

Qual foi a última vez que você levou alguém a Cristo?

Qual é a prioridade da sua vida?

Estamos buscando o Reino de Deus em primeiro lugar?

Nossas ações estão realmente agradando a Deus?

Medite nestas coisas.

Em oração,

Bispo Ildo Mello
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Banda Aos Romanos - 5° RAV Igreja Metodista Livre

sábado, 20 de novembro de 2010

Identidade Metodista Livre

Identidade Metodista Livre - Conor from Ildo Mello on Vimeo.

Mensagem do Bispo Ildo ao Concílio Noroeste em 19 de Novembro de 2010

Estas são as características distintas do movimento metodista:

Todos precisam ser salvos;
Todos podem ser salvos;
Todos podem saber que são salvos;
Todos podem ser salvos completamente.

Como Wesleyanos cremos que...

1. Todos precisam ser salvos

Porque “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23)

Porque “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23)

Porque não somos capazes de salvar-nos a nós mesmos (Ef 2.1-9)

Porque “ninguém será justificado diante de Deus pelas obras da lei” (Rm 3:20)

Porque não podemos subsistir diante de Deus baseados em nossa própria justiça (Rm 3.10-12)

Porque o próprio profeta Isaías diante da majestade de Deus, clamou por misericórdia, dizendo: “Ai de mim que vou perecendo” (Is 6.5).

Porque “pela graça sois salvos, mediante a fé” (Ef 2.8).

Porque Jesus é o único caminho de salvação para Deus (Jo 14.6)

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho ao seu tempo" (1Tm 2:5-6)

Porque “não há salvação em nenhum outro, pois não há outro nome debaixo do céu, que tenha sido dado entre os homens, pelo qual tenhamos de ser salvos." (At 4:12).


2. Todos podem ser salvos

Porque "Deus não faz acepção de pessoas” (Rm 2:11).

Porque Jesus “é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” (1 Jo 2:2).

Porque "Cristo morreu pelos nossos pecados" (1 Co 15:3) e a eficácia do Seu sangue é poderosa para salvar todos os homens”(1Jo 2.2), mas só eficiente para lavar os que n'Ele crêem. "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo" (At 16:31).

“Porque: “a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome” (Jo 1.12).

Porque: “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Rm 10:13).

Porque Jesus disse as multidões: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz e siga-me" (Mc 8:34).

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16).

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt 2.11-12).

Porque Deus não tem prazer na morte do ímpio, pois seu desejo é que se converta e viva (Ez 18.23).

Porque Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2.4),

Porque Deus “não quer que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se” (2Pe 3.9)


3. Todos podem saber que são salvos

Porque “o próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” (Rm 8:16)

Porque “Nisto conhecemos que estamos nele, e ele, em nós: em que nos deu o seu Espírito” (1Jo 4.13)

Porque “foram selados com o Espírito Santo da promessa, que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus” (Ef 1.13-14).

Porque o “Espírito nos convence do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16.8).

Porque pelo Espírito, o coração do crente é compungido por aquela convicção de pecado e por “aquela tristeza que é segundo Deus e que nos leva ao arrependimento” (2Co 7.10), a semelhança do que aconteceu àquela multidão de convertidos diante do Sermão de Pedro em Pentecostes, conforme registrado em At 2.37: “Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos?”

Porque recebemos o Espírito de adoção pelo qual clamamos de coração: Aba Pai (Rm 8.15), bem como, pelo mesmo Espírito somos capazes de confessar que Jesus é o Senhor (1Co 12.3). Tais convicções são produtos da revelação do Espírito Santo, porque o Espírito testifica de Cristo (Jo 15.26), conforme observa-se também na famosa declaração de Jesus a Pedro: “Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus” (Mt 16.17).

Porque “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8.14)

Porque "sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos nossos irmãos" (1Jo 3,14).

Porque Jesus disse: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama” (Jo 14:21).

“Porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo” (Rm 5.5).

Porque “pelos seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis" (Mt 7.16-20). De modo que crentes sem frutos não encontram base para segurança da sua salvação (Jo 15.2; Gl 5.19-23; Hb 6.4-8; 10.23-31; Ap 3.5 e 16; Ex 32.33).

Porque desfrutamos da “paz de Deus que excede a todo entendimento e que guarda as nossas mentes e os nossos corações em Jesus” (Fp 4.7).

Porque sabemos o que significa ser consolados pelo Espírito de Deus (Jo 14.16; At 9.31; 2Co 1.2-7).

Porque experimentamos uma alegria que o mundo não pode nos tirar (Jo 16.22). Porque a alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8.10). “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação” (Hc 3.17-18).

Porque “o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gl 5.22).

“Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora. Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum. Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 1.8-11).


4. Todos podem ser salvos completamente

"Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo" (Rm 5.17).

"Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos" (Rm 5.19).

Porque Jesus não apenas perdoa pecados, mas também transforma vidas (Rm 5.8).

Porque Jesus não apenas justifica, mas também regenera (2Co 5.17; Tt 3.5-6).

Porque Jesus não apenas disse a mulher pega em adultério: “eu não te condeno”, mas também lhe disse: “vai e não peques mais” (Jo 8.10.11)!

Porque Jesus não apenas nos declara santos, mas também nos torna santos (Jo 15.3, Tt 3.5).

Porque Jesus não apenas nos livra da condenação do pecado, mas também nos livra do domínio do pecado (Rm 6.14).

Porque Jesus não apenas é Salvador, mas também é Senhor (Rm 10.9; Fl 2.10-11; 1Tm 6.15; Tg 4.7).

Porque não apenas nos convida a crer, mas também nos conclama ao arrependimento (Mt 3.8; 4.17; Mc 1.15; Lc 13.3).

Porque não basta apenas crer, é necessário obedecer (Ef 5.6; 6.6; 1Jo 3.6, 24).

Porque não basta ser crente, é necessário ser discípulo (Mc 8.34; Lc 9.23; Mt 28.19).

Porque não basta receber o amor, é necessário amar (1Jo 3.16, 23; Ef 3.14-21).

Porque não basta apenas receber o perdão, é necessário perdoar (Mt 6.14-15; 18.23-34).

Porque “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (I Jo 3.9).

Porque “Já estou crucificado com Cristo; eu não vivo mais, mas Cristo é que vive em mim” (Gl 2.20).

Porque "quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo." (1Jo 3.8).

Porque fomos ensinados a orar para que a vontade de Deus se faça na Terra assim como ela é feita no céu (Mt 6.11).

Porque devemos buscar primeiramente o Reino Deus e a sua Justiça (Mt 6.33).

Porque Deus "nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor" (Cl 1:13).

Porque “somos transformados em sua imagem com maior glória de sempre, que vem do Senhor, que é o Espírito” (2Co 3.18).

Porque não devemos nos conformar com este mundo, mas devemos renovar a nossa mente para experimentarmos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12.1-2).

"Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação" (1Ts 4.3).

“Porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação” (1Ts 4.7).

Porque "sem santificação ninguém verá o Senhor" (Hb 12.13).

Porque bem-aventurado são os limpos de coração, pois estes é que verão a Deus (Mt 5.8).

Porque devemos desenvolver a nossa salvação com temor e tremor (Fp 2.13; 2Co 7.1; Ef 4.1).

Porque devemos ser aperfeiçoados “até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Ef 4.12-16).

Porque devemos nos “despir do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano” e nos “revestir do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade” (Ef 4.22-24).

Porque “Deus nos concedeu todas as condições necessárias para a vida e a piedade” (2Pe 1.3); para vivermos como filhos de Deus, e para “escaparmos da corrupção deste mundo” (2 Pe 1.4).

Porque Jesus não apenas nos exorta a sermos santos (Mt 5.48), mas também nos capacita, concedendo-nos:

o dom do Espírito (At 1.8)
um novo coração (Ez 36.26),
a mente de Cristo (1Co 2.16)
o amor de Deus (Rm 5.5)
participar da natureza divina (2Pe 1.4)
e toda a armadura de Deus (Ef 6.10-13; 2 Co 10.4)



Além destas características distintas, ressaltamos também:

A importância de valorizar o conhecimento intelectual e a piedade; possuir uma mente sagaz e um coração de anjo;
A importância da liderança compartilhada (leiga e clériga) na vida e missão da igreja;
A importância do comprometimento pessoal e da responsabilidade social; pois entendemos que o propósito da conversão cristã não é somente para tornar a alma de alguém pronta para o céu, mas também provar o primeiro fruto do céu através de uma vida de justiça, amor e misericórdia neste mundo;
A importância de cantar hinos de louvor e ensinar a verdade cristã;
A importância da pregação, do testemunho e da celebração dos sacramentos: A Ceia do Senhor e o Batismo;
A importância de expressar gratidão pela graça de Deus, prestando serviço amoroso;
A importância do desenvolvimento de congregações em grupos menores para instrução, cuidado pastoral e adoração;
A importância do ardor e da ordem no que diz respeito à fé e prática;
A importância de um sistema de interligação entre as congregações locais com os concílios regionais, Igreja Nacional e toda a comunidade mundial.


Bispo José Ildo Swartele de Mello
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Leia também texto sobre o que significa ser wesleyano:
metodistalivre.org.br/​Artigos/​artigos.info.asp?tp=174&sg=0&form_search=&pg=1&id=613

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Coletânea Vídeos dos cultos e palestras dos Concílios Sul e Centro Oeste




segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Metodista Livre Eleito Deputado Estadual!


CONHEÇA O DEPUTADO ELEITO, HÉLIO NISHIMOTO

Hélio Nishimoto é cristão, tem 47 anos, está casado há 20 e é pai de três filhos. Natural de Presidente Prudente (SP), veio para São José dos Campos, com 15 anos, para estudar na Etep, e na cidade permaneceu, fez faculdade de Administração de Empresas na Univap, e se estabeleceu como respeitado comerciante e homem público.
Antes de se tornar deputado estadual, Nishimoto foi eleito vereador em São José por 4 mandatos consecutivos. Sempre atuou pela comunidade menos favorecida, apresentando projetos de lei voltados para saúde, educação e esporte.
É membro atuante do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), desde 1994, quando iniciou sua militância política.
Assim que assumiu o cargo de deputado estadual, em 5 de janeiro de 2009, Nishimoto foi convidado a integrar a Frente Parlamentar de Apoio aos Municípios do Vale do Paraíba, Vale Histórico, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte, e a compor a Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo). Na Assembleia, faz parte das Comissões de Esporte e Turismo, e de Assuntos Internacionais.
Por ser um grande apaixonado por esportes, em junho de 2009, aceitou o convite da FPF (Federação Paulista de Futebol), para ser o vice-presidente regional da entidade pelo Vale do Paraíba.
Enquanto ocupou a cadeira de Deputado Estadual, foi o único parlamentar do Estado, representante da comunidade japonesa na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e se sente honrado em pertencer ao Conselho Superior de Apoio e Orientação do Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social.
Hélio sempre norteou sua conduta baseado em princípios cristãos. Neste momento, em que a discussão sobre o aborto e a defesa da vida está em pauta, Nishimoto reafirma sua posição de ser totalmente favorável à defesa da vida, portanto contra o aborto e contra qualquer tipo de violência à vida. Enquanto vereador, em São José dos Campos, Nishimoto demonstrou seu posicionamento ao votar contra a distribuição de pílula anticoncepcional na rede pública de saúde.
Hélio é membro ativo da imel de São José dos Campos.
Oremos por ele!

Bispo Ildo Mello

O valor da humildade - Pr. Edson Rabello

Edson Rabello - Espírito Humilde from Ildo Mello on Vimeo.

Mensagem do Pr. Edson Rabelo na imel de Mirandópolis abordando o tema da importância da humildade.

Fotos do Concílio Sul Paulista

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O Senhorio de Cristo

O Senhorio de Cristo significa em primeiro lugar que Ele tem a legitima autoridade sobre nós. Ele dirige e dispõe de nós. Os servos não possuem nenhum direito próprio, não são pessoas independentes perante seu Senhor; não agem sob suas próprias responsabilidades, mas estritamente sob as dele. Os servos são propriedades de seu Senhor. 

O Senhorio de Cristo é o Senhorio do Criador de nossa vida. Sendo Deus, o Seu Senhorio não se estabelece apenas sobre nossas palavras e ações, mas sobre nossos corações e consciências. O Senhorio de Cristo é eterno (Lc 1.33)! 

Como Criador dos Céus e da terra Cristo é o Senhor de todo homem e do homem todo! Não podemos separar nossa existência corpórea da psíquica de maneira a tornar o Senhorio de Cristo meramente psíquico, interno, espiritual, abstrato e invisível. O Senhorio de Cristo não é apenas um assim chamado Senhorio religioso; pois é ético, sendo assim, muito mais abrangente, abarcando todas as esferas da vida humana, cujo campo é o mundo (Mt 13.38). 

O Senhorio de Cristo demanda obediência, de modo que mero entusiasmo não basta. Com corações quebrantados, contritos e humildes, devemos nos render ao Senhor Jesus Cristo. O Bom Pastor de nossas almas!

O Senhorio de Cristo não é uma relação privada entre Cristo e crentes isolados, mas a prescrição de Cristo na Igreja.  Na Igreja há ensino apropriado e o Batismo e a Comunhão Santa são corretamente administrados; na igreja um serve ao outro "segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um"(Rm 12.3).
Na congregação daqueles chamados para a fé cristã, Cristo é reconhecido e honrado como Senhor. O fato de Cristo tornar-se o Senhor da minha vida não é algo que eu possa ter sozinho. Somente no meio dos meus irmãos que dão ouvidos a Palavra de Deus junto comigo e que dela testemunham para mim é que sou feito cristão! É somente junto com, e em responsabilidade para com o meu próximo, que eu realmente consigo ficar diante de deus e vindicar a minha pessoa em Sua visão.

Baseado no Capítulo 6 de "Credo: Comentários ao Credo Apostólico de Karl Barth". Fonte Editorial. 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Concílio Sul Paulista - Programação

7º. Concílio Anual Sul Paulista

Local: Igreja Metodista Livre – Paróquia de Mirandópolis - Rua das Rosas, 445


1ª. Sessão: dia 05/11/2010 - 20:00h
2º. Sessão: dia 06/11/2010 - 9:00h às 10:30h
3º. Sessão: dia 06/11/2010 - 10:45h às 12:00h


CONCENTRAÇÃO:

SÁBADO, DIA 06 ÀS 18:00H

IGREJA RHEMA
Av. Paranapanema, 614- Jd. São Judas Tadeu
Diadema – São Paulo-SP – Tel: 4091-5553


Obs: A convocação para as sessões do Concílio [sexta e sábado de manhã] são para os pastores, Cms e delegados. A concentração no sábado é para todos os membros e possíveis convidados. Contamos com a presença de todos. Obrigado.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Requisitos para liderança na Igreja Metodista Livre - Instruções do Bispo e do Livro de Disciplina

Caros pastores e delegados metodistas livres,

Graça e Paz,

Estamos iniciando a temporada de realização das assembléias conciliares regionais. Oportunidade em que importantes decisões serão tomadas, incluindo eleições para superintendentes e demais cargos de liderança dos concílios. Que tudo seja feito em espírito de oração procurando o melhor para a Igreja do Senhor Jesus Cristo.


Comissão de Chapas §6310

B. O objetivo do processo de indicações é identificar pessoas com maturidade espiritual, talentosas e frutíferas no ministério e dar a elas o papel adequado na participação da missão integral da Igreja.


§6200 E. Seleção de Líderes


1. Líderes da Igreja local dão coerência e direção à Igreja enquanto buscam alcançar nossos Resultados Esperados. Eles(as) oram, planejam e concentram energias, dons espirituais e paixão pela Igreja toda.

2. As posições de liderança devem ser preenchidas por membros que:
a.vivam consistentemente com as orientações das Escrituras para líderes (p.ex:. Êxodo 18:21, Atos 6:3, 1a Timóteo 3:1-13 e Tito 1:5-9) e expressem atitudes semelhantes a Cristo na vida e em seus relacionamentos (p.ex: Mateus 20:26-28; João 15:12- 17; Atos 6:1-7 e Efésios 4:1-17);
b. dão evidência de dons espirituais como liderança, fé e administração;
c. concordam com e sinceramente buscam viver os alvos da vida madura em Cristo;
d. continuam em harmonia com nossa doutrina, aliança de membro e missão; e
e. têm fé vital, são fiéis na presença e sustentam financeiramente sua Igreja pelo menos no nível de dízimo.

Veja, por exemplo, as qualificações requeridas de professores da Escola Dominical:


§6900 - 2. Educação Cristã

Os(As) líderes e professores de educação cristã são indivíduos que:
a. possuem uma viva experiência cristã;
b. são fiéis na sua freqüência à Igreja e na comunhão com os membros;
c. são diligentes na oração; e
d. estão de acordo com a doutrina da Igreja Metodista Livre.

Já dos pastores se espera mais. Devem cumprir fielmente os requisitos acima, além dos abaixo:

Qualificações para o Ministério Pastoral

§5310

A. A pessoa chamada por Deus que ingressa nesta carreira através da tradição bíblica e da herança metodista livre, assume responsabilidades significativas. Lidar com as almas das pessoas e conduzir a Igreja no fazer discípulos requer as seguintes qualidades e habilidades: qualificações espirituais, características pessoais, cuidado pastoral, comunicação e liderança.


B. Deseja-se que essas qualidades ajudem a Igreja. Os(As) pastores(as) ordenados(as) devem examinar a si mesmos à luz delas; os Concílios devem examiná-las claramente quando criam instrumentos de avaliação e relatórios sobre os(as) pastores(as); as comissões de treinamento e orientação ministerial devem considerar essas qualidades e habilidades quando entrevistam e orientam pastores(as).


1. Qualificações Espirituais.
a. é comprometido(a) com Jesus Cristo como Senhor;
b. dá evidência de integridade através da santidade de coração e de vida;
c. manifesta o fruto do Espírito Santo;
d. recebe e oferece perdão;
e. possui auto-estima saudável e mantém atitude positiva;
f. demonstra fé, criatividade e iniciativa;
g. respeita as pessoas independente de etnia, gênero ou condição econômica; e
h. é modelo de um espírito ensinável.

2. Características Pessoais. 
a. é chamado(a) para o ministério;
b. pratica as disciplinas espirituais;
c. é dotado(a) para liderança;
d. exemplifica uma vida equilibrada e uma autodisciplina saudável;
e. mantém-se livre de vícios;
f. se ocupa com um aprendizado contínuo; g. submete-se biblicamente à autoridade; h. presta contas profissional e pessoalmente; e i. tem o apoio de seu cônjuge, se casado(a).

3. Cuidado Pastoral. 
a. ama sua família como Cristo ama a Igreja; 
b. responde apropriada e cordialmente ao povo; 
c. incorpora uma paixão por fazer discípulos; 
d. garante um cuidado apropriado ao povo de Deus; 
e. edifica as pessoas e inspira esperança; 
f. demonstra habilidades interpessoais; e g. resolve conflitos eficazmente.

4. Comunicação.
a. maneja corretamente a Palavra de Deus;
b. chama pessoas à fé em Cristo;
c. entende a cultura, a comunidade e a congregação;
d. utiliza efetivamente os meios de comunicação;
e. afirma e expõe claramente a teologia wesleyana;
f. prepara-se minuciosamente para apresentação em pública;
g. convence o povo a tomar decisões de mudança de vida para a piedade;
h. desafia o status quo em amor, quando necessário; e
i. facilita um ambiente de adoração santa. 


5. Liderança.
a. lidera a oração pessoal e coletiva; 
b. expõe uma visão que vem de Deus;
c. estabelece metas estratégicas para realizar a visão;
d. conduz a congregação a se apropriar da visão e das metas;
e. mobiliza recursos para cumprir as metas; 
f. pratica princípios sadios na realização de mudanças; 
g. identifica, atrai e equipa líderes; h. promove uma atmosfera positiva; 
i. participa na missão da denominação; e 
j. promove o envolvimento na evangelização mundial.


Devemos ser fiéis ao nosso compromisso de membro.

Aliança de Membro

Privilégio e Responsabilidade

§154 A membresia na Igreja é um privilégio e ao mesmo tempo uma grande responsabilidade. Cremos que a Aliança exigida dos membros é consistente com o ensino da Palavra escrita de Deus. Fidelidade à Aliança é evidência do membro como indivíduo, de seu desejo de manter um relacionamento de salvação com Jesus Cristo como Senhor, de glorificar a Deus, de levar adiante a causa de Deus na Terra, de preservar a unidade do corpo de Cristo e de amar a comunhão da Igreja Metodista Livre.

§155 Quando um membro não mantém a sua aliança e habitualmente viola seus votos, é da responsabilidade do pastor e dos membros apontar a falha e procurar restaurar o membro em amor. Se depois de tomados esses passos, o membro não restaura sua aliança, ele deve ser tratado de acordo com os devidos processos da Igreja.

§156 Os membros da Igreja Metodista Livre, confiando na capacitação do Espírito Santo e buscando o apoio dos outros membros da Igreja, fazem a seguinte confissão e compromisso, como uma aliança com o Senhor e a Igreja.


A Confissão e a Aliança

Confessamos Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Pela fé, andamos com Ele. Nós nos comprometemos a conhecê-lo em Sua plena graça santificadora.


Quanto a Deus

§157 Como povo de Deus, nós O reverenciamos e adoramos.
  • Nós nos comprometemos a desenvolver os hábitos da devoção cristã, submetendo-nos à mútua prestação de contas, praticando orações particulares e em grupo, estudando as Escrituras e participando do culto público e da Santa Ceia;
  • Nós nos comprometemos a observar o Dia do Senhor separando- o para adoração, renovação e serviço;
  • Nós nos comprometemos a dar nossa lealdade a Cristo e a Igreja, abstendo-nos de qualquer aliança que comprometa nosso compromisso cristão.
  • Isto faremos, pela graça e poder de Deus.



Quanto a Nós e aos Outros

§158 Como um povo, vivemos vidas íntegras e santas e mostramos misericórdia a todos, ministrando tanto às suas necessidades físicas quanto às espirituais.
  • Nós nos comprometemos a ficarmos livres de atividades e atitudes que corrompem a mente e prejudicam o corpo, ou promovem tais coisas;
  • Nós nos comprometemos a respeitar o valor de todas as pessoas como criadas à imagem de Deus.
  • Nós nos comprometemos a nos esforçarmos para sermos justos e honestos em todos os nossos relacionamentos e negócios.
  • Isto faremos, pela graça e poder de Deus.

Quanto às Instituições de Deus

§159 Como um povo,honramos e apoiamos as instituições ordenadas por Deus: família, Estado e Igreja.

  • Nós nos comprometemos a honrar a santidade do casamento e da família.
  • Nós nos comprometemos a valorizar e a criar os filhos, guiando os à fé em Cristo.
  • Nós nos comprometemos a sermos cidadãos responsáveis e a orarmos por todos que lideram.
  • Isto faremos, pela graça e poder de Deus.


Quanto à Igreja
§160 Como povo de Deus, expressamos a vida de Cristo no mundo.

  • Nós nos comprometemos a contribuir para a unidade na Igreja, cultivando integridade, amor e compreensão em todos os nossos relacionamentos;
  • Nós nos comprometemos a praticar o princípio da mordomia cristã para a glória de Deus e o crescimento da Igreja;
  • Nós nos comprometemos a irmos pelo nosso mundo e fazermos discípulos.
  • Isto faremos, pela graça e poder de Deus.

Portanto, devemos ser zelosos na seleção dos líderes da igreja. Ninguém que esteja fora do padrão deve ser admitido em cargos de liderança da igreja. Pois os líderes devem ser modelo de conduta para o rebanho. Todos as igrejas também devem estar sendo fiéis com suas obrigações para com o concílio. Pastores e membros de igrejas que estejam em falta não são admissíveis como líderes do concílio. A COTOM deve ser rigorosa no exame do caráter de seus pastores. A comissão de chapas deve examinar cuidadosamente cada um dos possíveis indicados para ver se estão de acordo com o rigor estabelecido no Livro de Disciplina antes de concluírem seu trabalho. Recomendo o mesmo cuidado para cada pastor e delegado que pretender indicar nomes para eleição.


"Que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Além disso, requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel." (ARC) (1Coríntios 4.1-2)


No amor do Senhor,

Bispo Ildo Mello

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Dez virtudes que fizeram de José um vencedor

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Dez virtudes que fizeram de José um vencedor

Bispo Ildo Mello

1. Tinha sonhos, uma visão do plano de Deus para sua vida (Gênesis 37:5).

2.Confiava no amor e no cuidado de Deus – Sabia que Deus o amava. Sentir-se amado por Deus faz muita diferença na vida!

3. Andava por fé e não se deixava abater pelas circunstâncias. Muitos desanimam em sua fé e outros tantos chegam a blasfemar de Deus diante de provações menores do que as que José enfrentou.

4. Era otimista – conseqüência natural de sua fé no amor de Deus e na sua Palavra, na visão que tinha do plano de Deus para a sua vida.

5. Era paciente e aprendeu a esperar em Deus – foram treze anos de grande provação: Odiado pelos irmãos que o invejavam; foi colocado no fundo do poço, pensaram em matá-lo, mas acabaram vendendo-o como escravo. Foi acusado injustamente e condenado à prisão. Experimentou a solidão e o desamparo familiar.

6. Via cada crise e dificuldade como uma oportunidade de crescimento – não se deixava abater – se sentia desafiado pelas tribulações. Adaptava-se facilmente a cada uma das situações adversas e logo conquistava a simpatia e a confiança de seus superiores (Gênesis 39:1-23 e 41:39-41).

7. Não murmurava, em tudo dava graças ao Senhor – sabia que Deus tem o seu caminho na tormenta (Naum 1.3)

8. Não culpava os outros por seus infortúnios – confiava na soberania de Deus (Gênesis 45.5).

9. Era perdoador e misericordioso – não era vingativo – não guardava rancor – enxergava tudo do ponto de vista elevado de Deus (Gênesis 45:15).

10. Possuía a sabedoria de Deus, que tem como princípio o temor do Senhor. Por esta razão não caiu em tentação com a mulher de Potifar. Era um homem honesto de caráter e princípios. Reto diante dos olhos de Deus. Não agia corretamente só porque outros estavam observando, mas porque temia a Deus que tudo vê (Gênesis 39:10).
Revelou sabedoria também para administrar a casa de Potífar e para governar o Egito.

Louvor Imel de Mirandópolis 31outubro2010

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Louvor Imel de Mirandópolis no culto de 31 de Outubro de 2010

Louvor completo do culto de 31/10/10