segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Batismo infantil e por aspersão

Batismo Infantil


Introdução



“O batismo é símbolo da nova aliança da graça, do mesmo modo que a circuncisão era símbolo da velha aliança. Considerando-se que as criancinhas são reconhecidas como sendo incluídas na redenção, afirmamos que elas podem ser batizadas mediante o pedido dos pais, ou tutores, os quais deverão comprometer-se lhes dar a devida formação cristã. Os que foram batizados na infância deverão reafirmar o voto de batismo, por eles mesmos, antes de serem admitidos como membros da igreja” (Livro de Disciplina da Igreja Metodista Livre A/123).

O batismo enfatiza a obra de Salvação de Cristo realizada na Cruz, sendo por isso, muito mais um sinal da graça salvadora de Deus do que propriamente um sinal de arrependimento e fé da parte dos batizados.

O Evangelho deve ser pregado a todos os homens, e o batismo que é o sinal e o selo pode ser estendido não somente aqueles que já responderam com fé, como também aos filhos destes, que estão sendo educados na atmosfera cristã com o conhecimento daquilo que Deus já fez de uma vez por todas em Cristo, e isto de modo totalmente suficiente. O Apóstolo Pedro disse que a promessa era também para os filhos. Seguindo o modelo do Antigo Testamento, onde Abraão creu e foi justificado e circuncidado, e lhe foi ordenado circuncidar seus filhos que tinham apenas 8 dias de vida!

Finalmente, o batismo é sinal da obra regeneradora do Espírito (Tt 3.5). O Espírito Santo é soberano (Jo 3.8). Ele frequentemente está presente antes de Seu ministério ser percebido, e Sua operação não precisa ser necessariamente acompanhada por nossa apreensão dela. Pois o Espírito Santo trabalha para convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo (João 16:8). Ele não despreza as mentes dos infantes como objetos condignos para começar a Sua obra. Exemplos: João Batista foi movido pelo Espírito Santo no ventre de sua mãe, quando da aproximação de Maria, que estava grávida de Jesus: “Ouvindo esta a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre; então, Isabel ficou possuída do Espírito Santo” (Lc 1:41).

Jesus disse que das criancinhas que ainda estão na fase de amamentação oferecem perfeito louvor a Deus: “Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor?” (Mt 21:16).

Quando chegam à maturidade é necessário que aqueles que foram batizados quando criança façam então sua profissão de fé. Mas assim fazem com o testemunho claro de que não é isto que os salva, mas, sim, a obra de Deus já feita a favor deles antes de crerem. Surge a possibilidade, naturalmente, de que não farão esta confissão, ou que não a farão de modo formal. Mas um modo diferente de administração não conseguirá evitar esta possibilidade. É um problema de pregação e ensino. E mesmo se não crerem, ou se crerem apenas nominalmente, seu batismo prévio como sinal da obra de Deus será um testemunho constante para chamá-los de volta.


Razões bíblicas:


Antigo Testamento



Vamos começar examinando o Antigo Testamento, pois todos os ensinos do Novo Testamento têm suas raízes pedagógicas no Antigo Testamento.

Todas as prefigurações do batismo encontradas no Antigo Testamento favorecem o ponto de vista de que Deus lida com famílias mais do que com indivíduos.

· Quando Noé foi salvo do dilúvio, toda sua família é recebida com ele na arca (cf. 1Pe 3.20-21).

· Quando Abraão recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça da fé (Rm 4.11), é ordenado a aplicá-lo a todos os membros do sexo masculino da sua família como um sinal da salvação que possuem por pertencerem ao povo de Deus: "Circuncidareis a carne do vosso prepúcio; será isso por sinal de aliança entre mim e vós" (Gn. 17:11).

· Em Cl 2.11-12, Paulo faz uma associação entre o batismo e a circuncisão, chamando o batismo cristão de circuncisão de Cristo.

· No Mar Vermelho, todo o Israel, incluindo crianças, passa pelas águas no grande ato de redenção que prefigura não somente o sinal do batismo como também a obra de Deus que está por trás dele. É isto mesmo que Paulo está dizendo em 1 Co 10.1-2: “Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés”.

· Moisés aspergiu sangue sobre todo o povo, incluindo crianças (Hb 9.19).

· Deus convocou adultos e crianças para entrarem em aliança com Ele (Dt 29.10-12).

· Josué disse: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15).

· “Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos” (Salmos 103:17).


Novo Testamento



Já, no Novo Testamento, é bem provável que as crianças tenham sido incluídas nos batismos de famílias inteiras em Atos:



· família da Lídia (16.15),

· família do Carcereiro (16.32, 33),

· família de Crispo (18.8)

· família de Estéfanas (1 Co 1.16).



E é difícil imaginar que os primeiros cristãos de origem judaica e que tinham o milenar costume de circundar seus filhos ao oitavo dia de vida como sinal da Antiga Aliança, não estivessem batizando seus bebês como sinal de que pertenciam ao povo de Deus através da Nova Aliança.

Encontramos ainda vários textos relevantes que revelam progressos no tratamento dispensado às crianças em relação à prática comum até então:



· Jesus se torna um bebê concebido pelo Espírito Santo.

· João Batista, também, fica cheio do Espírito Santo desde o ventre da sua mãe, de modo que poderia ser um candidato ao batismo (Lc 1.39-45; cf. At 10.47 “Porventura pode alguém recusar a água para que não sejam batizados estes que, assim como nós, receberam o Espírito Santo?”).

· Cristo acolhe e abençoa as crianças (Mt 19.13-14) e fica zangado quando seus discípulos tentam afastar as crianças de Jesus (Mc 10.14).

· Jesus diz que as coisas de Deus são reveladas aos pequeninos mais do que aos sábios e entendidos (Lc 10.21).

· Jesus retoma a declaração do Salmo 8.2, reafirmando que o perfeito louvor sai da boca das criancinhas de peito (Mt 21.16).

· Jesus adverte contra o perigo de alguém vir a ser um tropeço para os pequeninos que crêem nEle (Mt 18.6), e no mesmo contexto nos diz que, como cristãos, não temos de nos tornar adultos, mas, sim crianças.

· Jesus descreveu a condição espiritual especial destes pequeninos, dizendo: “Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus vêem incessantemente a face de meu Pai celeste” (Mt 18:10).

· Na primeira pregação da Igreja, Pedro diz que a promessa do Espírito é para os filhos também e não apenas para os adultos: “Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos...” (At 2.38,39).

· Nas epístolas existem palavras dirigidas especialmente às crianças em Efésios, Colossenses e 1 Jo.

· Em 1 Co 7.14, Paulo diz que os filhos de um casal, onde pelo menos um dos pais é crente, são “santos”, o que certamente significa que pertencem ao povo da aliança, tendo, portanto, também o direito ao sinal desta aliança.

· Os filhos dos crentes devem ser considerados cristãos ou pagãos?

· As crianças eram incluídas na antiga aliança, eram circuncidadas com oito dias de vida e participavam da Páscoa, que eram os sinais da Antiga Aliança, por que razão as crianças deveriam ser impedidas de participar dos sinais da Nova Aliança?

· A Nova Aliança não é superior a Antiga?

· Porventura a Nova Aliança não inclui igualmente, e, por que não dizer, até principalmente os pequeninos?

· Quando é que se dá ou deveria se dar a conversão de alguém nascido em lar cristão?

· Uma criança nascida e criada em um lar cristão precisa experimentar uma crise de conversão?

· Não deveriam, os filhos de cristãos, serem abençoados e dedicados a Deus como cristãos, ensinados como cristãos, considerados como cristãos desde o seu nascimento?

· “Visto que as crianças cristãs pertencem tão obviamente a Deus, como podemos negar-lhes o sinal dessa posse?” (Zuínglio).



Temos vários exemplos no Novo Testamento de filhos sendo grandemente abençoados por causa da fé do pais.


A ressurreição da filha de Jairo (Mateus 9:18-19, 23-26),
O pai de um epiléptico pediu que Jesus curasse o seu filho (Mt 17:14-18),
A ressurreição do filho da viúva de Naim, episódio em que Jesus teve compaixão da mulher,
Jesus favoreceu o filho por causa da mãe (Lc 7:11-17),
A cura do filho de um oficial da cidade de Cafarnaum (João 4:46-54).



O próprio clima de intensa expectativa da Segunda Vinda de Cristo contribuiu para que o batismo infantil fosse prática comum e amplamente difundida nos primórdios da Igreja, pois era desejo que as crianças fossem incorporadas à comunidade cristã antes do Grande e Glorioso Dia do Senhor. Isto ajuda a explicar também a razão porque as pessoas eram batizadas imediatamente após sua conversão naquela época.



Razões Históricas



O Batismo Infantil era prática comum nos tempos da Igreja Primitiva

O batismo infantil era praticado nos tempos da igreja primitiva, atestado já em Justino Mártir (130 d.C. -Apol.I.15), Irineu (180), Orígenes (230), que batizavam crianças alegando estarem seguindo o exemplo dos Apóstolos que também batizavam os infantes (Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã, v. 1, p. 157).

O batismo infantil era algo normal, tanto que não causava surpresa nem questionamentos nos primórdios da Igreja, pois estava em conformidade com o ensinamento de Jesus Cristo e dos Apóstolos.


Irineu, que foi discípulo de Policarpo, um discípulo do apóstolo João, foi batizado quando criança. Ele afirmou: "A igreja aprendeu dos apóstolos a ministrar o batismo às crianças" e, em 180 d.C., Irineu afirma também que “Jesus veio para salvar a todos que são renascidos através dele em Deus: recém nascidos, crianças, adolescentes, jovens e adultos” (Adv. Haer., livro II, 22.4; 39). O termo “renascidos”, para os pais da Igreja, é termo técnico para o “batismo”.
Na Constituição Eclesiástica de Roma, formulada por Hipólito em 215, encontramos a frase: “Primeiro devemos batizar os pequenos. Todos que podem falar por si mesmos. Para aqueles que ainda não sabem falar, falem seus pais ou alguém que pertença à família” (Const.Ecl. XVI, 4).
Orígenes, que foi o mais completo conhecedor da Bíblia entre os escritores da Igreja primitiva, nascido na Grécia no ano de 185 d.C., cujo avô e bisavô eram cristãos quando os apóstolos ainda eram vivos. Orígenes, em seu comentário à carta de Romanos, afirma: “A igreja recebeu dos apóstolos a tradição de batizar também os recém nascidos” (Epist. ad. Rom. Livro V, 9 Hom. in Lev., VIII. 4). Sabemos também que o próprio Orígenes foi batizado quando criança.
Ireneu de Lião (sec III) considera óbvia a presença de "crianças e pequeninos" , entre os batizados em geral (Contra as Heresias II,24,4;).

· Hermas, contemporâneo do apostolo Paulo (Veja Rm 16.14), fala de crianças que receberam o selo do batismo, nestas palavras: "Ora, esse selo é a água do batismo".

· Clemente, que viveu com o apóstolo Paulo (Fl 4.3), aconselhava os pais: "Batizai os vossos filhos e criai-vos na disciplina e correção do Senhor".

· O "Didaqué" (manual da Igreja Antiga, também conhecido como doutrina dos doze apóstolos) prescreve o batismo por efusão ou aspersão.

· Tertuliano (De Bapt., 18).

· Cipriano afirma que o batismo de crianças era prática comum dos cristãos. Em 258, ele escreve: "Do batismo e da graça não devemos afastar as crianças" (carta a Fido). No século III , um sínodo do Norte da África determinou que era permitido batizar as crianças "já a partir do segundo ou terceiro dia após o nascimento" (Epístola 64 de São Cipriano). O Concílio de Cartago recebeu consulta se era lícito batizar crianças antes de oito dias. O que significa que a prática do batismo infantil após o oitavo dia de vida era comum.

· Agostinho dizia: "Desde a Antigüidade a Igreja tem observado o batismo infantil" e ainda, "O costume de nossa igreja mãe de batizar crianças não deve ser desconhecido nem tido como desnecessário; nem se deve crer que seja algo mais do que uma ordenança que nos foi entregue pelos apóstolos" dizia ainda: Não foi instituído por concílios mas sempre esteve em uso". Estas afirmações foram feitas e o batismo de criança estava sendo praticado antes do desvio do catolicismo, pois os relatos dos pais da Igreja sobre a prática do mesmo, são do período em que a Igreja Cristã estava vivendo o Evangelho na sua "pureza". Lutero condenou o rebatismo duramente. Para ele, quem rebatiza um adulto batizado como criança “blasfema e profana o sacramento em sumo grau” (Catecismo Maior IV, 55).


Esta propagação do batismo de crianças na Igreja Primitiva, certamente deu-se pela convicção de que no batismo é Deus que age na vida do batizando, enquanto que este apenas recebe o batismo. A fé, neste caso, é fruto do batismo, ou seja, do agir de Deus.

Portanto, os Pais da Igreja consideravam o Batismo de crianças uma tradição apostólica, e, por esta razão, foi uma prática comum desde os tempos da Igreja Primitiva. Somente no século XVI, com o surgimento do movimento anabatista é que se começou a questionar os 1.500 anos de história da prática do batismo infantil.

Lutero, no entanto, condenou o rebatismo duramente. Para ele, quem rebatiza um adulto batizado como criança “blasfema e profana o sacramento em sumo grau” (Catecismo Maior IV, 55). Para Lutero, porém, a obra do Batismo e sua validade para o ser humano dependem exclusivamente da obra que Deus realiza neste sacramento. A fé, ainda que imprescindível, apenas recebe o batismo, confiando na sua obra. Por isso, o Batismo de crianças é válido mesmo que a fé e a confiança no sacramento cheguem mais tarde.

Aliás, nem é possível dizer que o batismo de crianças aconteça sem fé. Os pais, os padrinhos, as madrinhas e toda a igreja agem em fé e em esperança.

Este, porém, ainda não é o argumento maior que permite Lutero batizar – sejam crianças ou adultos. O batismo acontece porque a Igreja age em obediência ao mandato divino: “Não é, porém, à vista disso que a batizamos, mas unicamente porque Deus o ordenou” (Catecismo Maior IV, 57). E, no Catecismo de Heidelberg, cap. XXVII, temos a pergunta de número 74, que diz: "As crianças devem ser batizadas?" A resposta é a seguinte: "Sim. Elas pertencem tanto como os adultos à Aliança de Deus e à sua Igreja (Gén.17:7). Visto que a remissão dos pecados (Mt.19: 14) e o Espírito Santo, que produz a fé, lhes são prometidos não menos que aos adultos (Luc. 1: 14, Sal. 22: 11, Is. 44: 1-3, Act. 2: 39), devem ser incorporadas pelo batismo, que é o sinal da aliança, à Igreja cristã e serem distinguidas dos filhos dos incrédulos (Act. 10: 47), como se fazia no Antigo Testamento pela circuncisão (Gén. 17: 14), em cujo lugar no Novo Testamento foi o Batismo instituído (Col.2:11-13).


A Responsabilidade dos pais
Os pais têm uma grande responsabilidade sobre a fé e a educação religiosa dos seus filhos (Dt 6.6-7).
Temos na Bíblia a promessa de que os filhos bem educados no caminho do Senhor não irão se desviar dele (Pv 22.6). Sendo assim, os pais devem guiar seus filhos, através da instrução e do exemplo, no caminho da vida eterna.
A promessa do Espírito e da salvação não se restringe aos adultos, mas se estende aos filhos (At 2.38).
Um pai ouve de Paulo que seu ato de fé em Deus abriria a porta da salvação a toda a sua casa (At 16.31).
Quando Zaqueu se converteu, Jesus declarou: “hoje veio salvação para esta casa” (Lc 19.9).
A Bíblia ensina também que a “oração de um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5) e, como já vimos, que uma mulher crente, por exemplo, santifica sua família a ponto dos seus filhos serem contados entre os “santos” (1 Co 7.14).



Ainda sobre este tema, ler também os parágrafos A/901 - A/902, do livro de disciplina da Igreja Metodista Livre.





Respondendo às objeções mais comuns



1. Não existe mandamento para batizar crianças



· E nem era necessário, pois as crianças que eram filhas dos crentes sempre foram reconhecidas como membros da igreja visível do Antigo Testamento, sendo incorporadas no povo de Deus através do ritual da circuncisão. Seria de se esperar o contrário: um mandamento para não mais incluí-las na igreja do Novo Testamento.


2. As crianças não preenchem as condições necessárias: arrependimento e fé



· Textos que mencionam arrependimento e fé como condição para o batismo foram dirigidos a primeira geração de convertidos. Pois, o mesmo argumento as excluiria do céu! “Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis” (Lc 13:3) e “Quem nele crê não é condenado; o que não crê já está condenado” (Jo 3:18). Mesmo aqueles que condenam o batismo infantil não são capazes de concluir que estariam condenadas as criancinhas que não tem idade para se arrepender e exercer fé. Portanto, concluímos que tais textos se dirigem àqueles que têm idade para responder com arrependimento e fé e não formam uma legislação aplicável aos infantes. A Bíblia também diz: ‘‘Quem não trabalha não coma’’. E as crianças?! Devemos deixá-las com fome, porque não tem idade para trabalhar?


No Antigo Testamento, as crianças de Israel também não poderiam se arrepender e ter fé nas promessas, que eram condições para a salvação também nos tempos do Antigo Testamento, mas mesmo assim eram circuncidadas e consideradas membros do povo de Deus. Abraão, por exemplo, creu em Deus e isto lhe foi imputado por justiça, recebendo a seguir o sinal da aliança, que foi também aplicado a seus filhos, ainda que não tivessem idade para exercer fé em Deus (Gn 17). Como o sinal da justificação de Abraão pode ser aplicado ao seu filho que ainda não tinha idade para crer?



Espero que estas considerações bíblicas e históricas contribua para uma melhor compreensão desta assunto que diz respeito ao lugar das crianças no Corpo de Cristo, que é a Igreja.

Bispo José Ildo Swartele de Mello
metodistalivre.org.br

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